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Os Mutantes no Jardim Elétrico de SP

Rita Lee, Arnaldo Baptista, Sérgio Dias, Os Mutantes, a melhor banda de rock brasileiro de todos os tempos, dando um rolê psicodélico pelas ruas de São Paulo, no auge da glória, loucura, lucidez e beleza.



Diretor Antonio Carlos da Fontoura
Ano 1970
Duração 7 min

Homo Erectus

Paulo Cesar Pereio narra conto de Marcelino Freire, nessa animação de Rodrigo Burdman (2009).

Bukowski brazuca

Lançado em fevereiro deste ano, esse curta é inspirado no conto "Vida e Morte na Enfermaria dos Indigentes", de Charles Bukowski. Com Juliano Nery fazendo o velho Buk e direção de Francisco Franco.

Gostei do resultado, achei que o cara ficou um Bukowski mais convincente do que muitos figurões de Hollywood. Que que cê acha?


O Pátio

Glauber Rocha, o cinema novo em pessoa, como ele se auto-proclamou, é definitivamente o maior cineasta brasileiro.

O Pátio é seu primeiro filme, um curta experimental de 11 min., rodado na Bahia em 1959. No elenco estão Solon Barreto e Helena Ignez, sua primeira esposa. o

Glauber explicou do que se tratava essa obra:

“Procuramos, humildemente, fugir das facilidades “criativas” que a literatura e as artes plásticas (como também a música) poderiam nos oferecer e procurar o que se julgaria difícil ou impossível: organizar um universo fílmico que vivesse por si mesmo, sem saber, de princípio, a problemática humana que surgiria daí. O processo de trabalho foi simples: como duas figuras humanas – macho e fêmea -, jogadas sobre um pátio em preto e branco com vista par o mar e céu e cercado por folhagem, partimos como a câmara, utilizada como instrumento, em busca do visual mais limpo, mais depurado, e que sairia do seu estado real para o estado de poeticidade, através unicamente da solução de enquadramento, do ponto-de-vista seletivo do cineasta em busca de elementos válidos que, na sala de montagem, lhe propusessem o problema de “criar” o organismo rítmico, o filme em seu estado de cinema enquanto cinema. É certo que a utilização de figuras humanas criou, dentro da lógica fílmica, uma pequena anedota. Todavia cremos que esta fica isolada em segundo plano desde quando o que imporá, fundamentalmente, é o clima fílmico, a nova dimensão de poeticidade que a peça cria. “Pátio” não quer “dizer” nada, não quer “discursar ou narrar’ essa ou aquela atitude humana, mas tão-somente criar em seu próprio âmbito aquilo que encontraríamos no grego Cacoyanis e no Kubrick de “A Morte Passou por Perto”: “ “estados” que só podem ser criados pelo enquadramento e pela montagem, os materiais de trabalho do cineasta consciente do seu ofício. A afirmação pode parecer pretensiosa, mas é apenas uma atitude honesta frente ao cinema que, no certo dizer do crítico Cláudio Bueno Rocha, não passa, hoje em dia, de simples arte de entretenimento. (Glauber Rocha, in “Jornal do Brasil, RJ, 29 de março de 1959, Suplemento Dominical).

Fonte: Tempo Glauber


Carraspana

Curta do cineasta e jornalista Marcio de Andrade, participou de festivais como o Festival Internacional de curtas-metragens de São Paulo, Festival Internacional de Belo Horizonte, Mostra do Filme Livre, Mostra Cinema Sem Palavras (RJ/SP/Brasília), Festival del Cine del Uruguay, dentre outros.



Sinopse: Uma tragédia carioca com bom humor até a última dose. A vida de dois camaradas divididas entre o amor e o álcool.
Ficção, 35mm, 8 min